Em um cenário de transformações fiscais e econômicas, proteger o patrimônio é uma prioridade para empresários, investidores imobiliários e famílias. A combinação de seguradoras e estratégias financeiras bem estruturadas garante estabilidade frente a incertezas.
A Lei Complementar nº 214/2025 inaugura a Reforma Tributária 2026 com o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) estadual/municipal de 0,1% e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) federal de 0,9%. A alíquota cheia pode chegar a 26,5% em casos de erros de classificação fiscal, exigindo revisão imediata de contratos, sistemas e cadastros.
Para mitigar riscos de liquidez e progressividade do ITCMD, é fundamental implementar antecipe doações via holdings patrimoniais ou antecipação de doações, reduzindo o valor sujeitado à alíquota de até 20%.
Em 2025, saneamento de créditos acumulados de PIS/COFINS — extintos até 2033 — deve ser prioritário para evitar perda de liquidez. planejamento sucessório garante proteção familiar ao antecipar heranças e reduzir disputas futuras.
Os seguros patrimoniais oferecem coberturas específicas para proteger bens imóveis e móveis, assegurando continuidade operacional e segurança familiar. Em 2026, esse mercado cresce 8%, refletindo maior demanda por proteção integral.
A contratação envolve definição de Limite Máximo de Indenização (LMI) e Limite Máximo por Evento (LMG). Add-ons podem cobrir desmoronamentos, vazamento de gás e restituição de receita.
No Ceará, Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVP) caíram 42,3% em janeiro de 2026, com 1.358 ocorrências ante 2.355 em 2025. Em Fortaleza, houve queda de 41,6%, totalizando 971 casos, e na Região Metropolitana, redução de 51,8%.
Furtos também recuaram 6%, um cenário positivo após quase três anos. Programas como Meu Celular (IMEI), Segurança no Ponto e Moto Segura CE mostraram eficácia ao bloquear dispositivos e inibir ações criminosas.
Mais da metade da população não guarda reservas financeiras, mantendo patrimônio mediano de R$ 20–25 mil. O valor médio, considerando imóveis, veículos e aplicações, gira em torno de R$ 150 mil, mas grande parte está em ativos ilíquidos.
Com reservas de liquidez abaixo de R$ 5 mil, famílias ficam vulneráveis a emergências. Em 2025, o Brasil perdeu 1.200 milionários em razão da instabilidade econômica, evidenciando necessidade de educação financeira.
Converta renda em patrimônio líquido por meio de investimentos diversificados e seguros que protejam contra a inflação e imprevistos.
Seguros não substituem investimentos, mas funcionam como pilares de proteção. Ao integrar seguros patrimoniais com aplicações em renda fixa, CDBs indexados à inflação e fundos imobiliários, conquista-se proteção contra oscilações econômicas e garantia de continuidade.
Com estrutura integrada de finanças e seguros, reduz-se volatilidade e amplia-se a segurança patrimonial.
2026 exige ação imediata. Revise contratos, cadastros e sistemas financeiros. Faça levantamento de créditos fiscais e implemente planejamento sucessório antes do avanço dos prazos.
Consulte especialistas em tributação e seguros para elaborar estratégias customizadas de blindagem. Um diagnóstico preciso identifica vulnerabilidades e oportunidades de economia.
Proteger o patrimônio é investir na tranquilidade do presente e na segurança do futuro. Agende uma consultoria e transforme riscos em oportunidades.
Referências